Trekking na Mongólia

Dificuldade desta viagem

Itinerário Resumido 

  • 1° Dia – Chegada a Ulaanbaatar

    2° Dia – Voo de Ulaanbaatar a Ölgii - Naadam

    3° Dia – Viagem para o início do trekking

    4° Dia - Primeiro dia de trekking

    5° Dia - Segundo dia de trekking

    6° Dia – Terceiro dia de trekking

    7° Dia - Quarto dia de trekking

    8° Dia - Quinto dia de trekking

    9° Dia - Sexto dia de trekking

    10° Dia – Sétimo dia de trekking e chegada no campo base

    11° Dia – Oitavo dia de trekking e subida do Malchin

    12° Dia - Nono dia de trekking e viagem de 2 horas

    13° Dia – Viagem de 5 horas e tarde livre em Ölgii

    14° Dia – Voo Ölgii – Ulaanbaatar

    15° Dia – Voo internacional


    ITINERÁRIO DETALHADO

    Dia 1 – Na Terra de Genghis Khan

    Chegada a Ulaanbaatar, a capital da Mongólia, um país de horizontes infinitos, povos nômades e uma história que moldou boa parte do mundo conhecido.
    Após os trâmites de imigração, faremos o traslado ao hotel. Dependendo do horário de chegada, teremos tempo livre para descansar ou começar a explorar a cidade.
    Sugerimos uma visita ao Museu Nacional da Mongólia, que oferece uma excelente introdução à história do país. Seu acervo percorre milhares de anos de ocupação humana das estepes asiáticas, mas o destaque fica para o período do grande Império Mongol, quando Genghis Khan e seus sucessores criaram o maior império contínuo da história.
    No final da tarde assistiremos a uma apresentação das artes tradicionais mongóis. Será uma oportunidade de conhecer as danças típicas, os instrumentos musicais ancestrais e o impressionante throat singing, técnica vocal pela qual um único cantor produz simultaneamente múltiplas notas, uma das expressões culturais mais fascinantes da Ásia Central.
    A bagagem que não será utilizada durante o trekking poderá ser deixada armazenada no hotel.
    Hospedagem em hotel em quartos duplos com café da manhã.

    Dia 2 – Naadam: Um Encontro com a Alma da Mongólia

    Hoje deixaremos a capital para seguir rumo ao extremo oeste da Mongólia, uma das regiões mais remotas e autênticas do país.
    Embarcaremos em um voo para Ölgii, principal cidade da província de Bayan-Ölgii, habitada predominantemente pelo povo cazaque, conhecido por preservar tradições que desapareceram em muitas outras partes da Ásia Central.
    Neste voo poderemos levar apenas 15 kg de bagagem, incluindo a bagagem de mão. Caso haja excesso, ele poderá ser despachado mediante pagamento adicional.
    Dependendo do horário de chegada, visitaremos ainda hoje o Naadam, a maior celebração da Mongólia. Caso não seja possível, seguiremos diretamente para nosso acampamento e visitaremos o festival na manhã seguinte, a caminho do início do trekking.
    Poucas experiências revelam tão profundamente a cultura mongol quanto o Naadam. Mais do que uma competição esportiva, trata-se da principal celebração nacional do país, um momento em que famílias nômades percorrem grandes distâncias para reunir-se, competir, encontrar amigos e celebrar tradições transmitidas há séculos.
    Ao contrário da grande maioria dos visitantes estrangeiros, que assiste ao Naadam em estádios na capital, participaremos de uma celebração regional, onde a imensa maioria dos presentes será composta por habitantes locais. A experiência torna-se muito mais próxima, espontânea e autêntica. Nossa curiosidade pelos moradores será frequentemente correspondida pela curiosidade deles por nós, proporcionando encontros inesquecíveis.
    O Naadam é formado pelos chamados “Três Jogos dos Homens”: corrida de cavalos, luta livre e arco e flecha.
    As corridas são disputadas em percursos que podem ultrapassar 25 quilômetros e os jóqueis são crianças, normalmente entre 5 e 9 anos de idade. Trata-se do esporte mais prestigiado da Mongólia.
    A luta livre reúne atletas extremamente fortes que usam um uniforme tradicional peculiar composto por botas de couro, pequeno calção e uma jaqueta aberta na frente.
    Já as competições de arco e flecha combinam precisão, tradição e elegância. Homens e mulheres participam vestindo seus melhores trajes típicos, transformando cada disputa em um espetáculo visual. Ao final do dia seguiremos para nosso local de acampamento, cercados pelas vastas paisagens das estepes mongóis.
    Pernoite em acampamento

    Dia 3 – Pelas Estepes do Altai e os Caçadores de Águia

    Hoje iniciaremos nossa jornada rumo às montanhas do Altai Mongol.
    Percorreremos aproximadamente 200 quilômetros por estradas de terra que serpenteiam vales remotos e acompanham rios de águas cristalinas alimentados pelo degelo das montanhas. Embora o percurso possa levar cerca de sete horas devido às condições precárias da estrada, a beleza das paisagens transforma o deslocamento em uma experiência por si só.
    Ao longo do caminho veremos rebanhos espalhados pelas estepes, pequenos agrupamentos de gers — as tradicionais tendas mongóis — e uma sucessão de montanhas, rios e amplos horizontes que ajudam a compreender por que a cultura nômade permanece viva até hoje.
    Um dos momentos mais especiais do dia será a visita a uma família de caçadores de águia, tradição que se tornou um dos maiores símbolos da Mongólia Ocidental.
    Há séculos os cazaques das montanhas do Altai treinam águias douradas para auxiliá-los na caça durante os rigorosos meses de inverno. A relação entre o caçador e sua ave é extraordinária e exige anos de dedicação, confiança e convivência diária.
    Teremos a oportunidade de conhecer de perto uma dessas famílias, visitar sua moradia, observar as águias e aprender sobre um modo de vida que praticamente desapareceu em outras partes do mundo, mas que continua vivo nas regiões mais remotas da Mongólia.
    Muito além de uma demonstração para turistas, este será um encontro genuíno com uma tradição ancestral transmitida de geração em geração. Ver uma dessas magníficas aves de perto, pousada no braço de seu proprietário com suas enormes garras e impressionante envergadura, costuma ser um dos momentos mais marcantes e fotografados de toda a expedição.
    Ao final do dia montaremos nosso acampamento às margens de um rio de águas brancas, cercados pelas montanhas do Altai e pelo silêncio das estepes.
    Pernoite em acampamento

    Dia 4 – O Início da Travessia

    Distância caminhada – 16 km
    Subida acumulada – 170 mts
    Descida acumulada – 160 mts

    Hoje começa efetivamente nossa travessia pelas montanhas do Altai.
    Após o café da manhã conheceremos a equipe local que nos acompanhará durante os próximos dias, incluindo cozinheiros, guias, tratadores e os impressionantes camelos bactrianos responsáveis pelo transporte de toda a logística da expedição.
    Com suas duas corcovas características, os camelos bactrianos fazem parte da história da Ásia Central há milhares de anos e continuam sendo o meio de transporte mais eficiente em muitas regiões remotas da Mongólia.
    Durante todo o trekking caminharemos levando apenas uma pequena mochila de ataque com água, agasalho, câmera fotográfica e os itens necessários para o dia. Toda a bagagem principal será transportada pelos animais.
    Nosso acampamento será composto por barracas duplas de montanha, barraca refeitório e barracas sanitárias. A alimentação será preparada diariamente por nossa equipe de cozinha e, em vários trechos da travessia, contaremos também com um veículo de apoio. Junto a ele será montado um chuveiro de campanha e teremos acesso a um gerador para recarga de equipamentos eletrônicos.
    A caminhada de hoje será uma excelente introdução ao ambiente que nos acompanhará pelos próximos dias: amplos vales, rios cristalinos, pastagens ocupadas por famílias nômades e montanhas que parecem estender-se até o horizonte.
    Pela primeira vez sentiremos a verdadeira dimensão dos espaços abertos da Mongólia, um dos países menos povoados do planeta.
    Pernoite em acampamento

    5º dia – Entre lagos e acampamentos nômades

    Distância caminhada – 23 km
    Subida acumulada – 190 mts
    Descida acumulada – 190 mts

    Continuaremos nossa caminhada por uma região de belíssimos lagos, com pouca variação de altitude ao longo do dia.
    No caminho, passaremos por acampamentos nômades, onde é bastante provável que sejamos convidados a entrar em alguma ger. Nesses encontros, teremos a oportunidade de experimentar a tradicional hospitalidade mongol, com chá, queijos, pães e o famoso airag, o leite fermentado de égua que é uma das bebidas mais típicas do país.
    O almoço será durante a caminhada e, ao final do dia, montaremos nosso acampamento às margens de um lindo lago.
    Um dos aspectos mais especiais desta expedição é a sensação de isolamento e liberdade que a Mongólia ainda proporciona. Em uma época em que muitas trilhas famosas do planeta estão cada vez mais movimentadas, aqui frequentemente teremos a impressão de estar explorando uma natureza praticamente intocada. Não será raro passarmos o dia inteiro encontrando apenas algumas famílias nômades e montarmos nossas barracas completamente sozinhos, cercados apenas por lagos, montanhas e pelas vastas estepes da Ásia Central
    Essa abundância de espaço permite que nossos acampamentos sejam muito diferentes daqueles encontrados em destinos mais populares. Em vez de dezenas de barracas agrupadas em áreas pré-determinadas, normalmente teremos liberdade para espalhá-las pelo terreno, respeitando a privacidade e as preferências de cada participante. Muitas vezes sugerimos que cada pessoa caminhe um pouco pela área do acampamento e escolha o local onde gostaria de passar a noite, seja próximo ao lago, junto a um riacho ou com uma vista privilegiada das montanhas ao redor.
    Pernoite em acampamento

    6º dia – Das planícies dos lagos às florestas de montanha

    Distância caminhada – 15 km
    Subida acumulada – 400 mts
    Descida acumulada – 360 mts

    Hoje nos despediremos da região mais plana dos lagos e seguiremos por um terreno de subidas e descidas suaves, entrando em um bosque repleto de flores silvestres.
    Após cerca de duas horas de caminhada, chegaremos às margens de um maravilhoso lago encravado nas montanhas e cercado por florestas, um dos cenários mais bonitos desta etapa da viagem.
    Apesar das ondulações do terreno, acamparemos basicamente na mesma altitude dos dias anteriores. Após aproximadamente cinco horas de caminhada, chegaremos ao nosso acampamento, montado ao lado de um rio de águas brancas, a 2.160 metros de altitude. Almoço durante a caminhada.
    Pernoite em acampamento

    7º dia – Rumo ao pé do passo

    Distância caminhada – 16 km
    Subida acumulada – 700 mts
    Descida acumulada – 125 mts

    Começaremos o dia com pequenas subidas e descidas, atravessando áreas pantanosas e diversos pequenos riachos
    Em seguida, iniciaremos uma subida mais exigente, com cerca de 600 metros de desnível, deixando o vale que vínhamos seguindo e tomando a direção norte. Aos poucos, a paisagem se tornará mais alpina, até chegarmos ao final do vale, onde montaremos nosso acampamento
    Estaremos então aos pés do passo que cruzaremos no dia seguinte, em uma área remota e belíssima. Acamparemos a 2.870 metros de altitude, junto à nascente de um rio, em um lindo gramado cercado pelas montanhas
    O almoço será durante a caminhada. Ao final da tarde, teremos tempo para descansar, explorar os arredores do acampamento e contemplar a paisagem antes de um dos dias mais aguardados do trekking.
    Pernoite em acampamento

    8º dia – Cruzando o passo para as terras dos Tuvanos

    Distância caminhada – 17 km
    Subida acumulada – 620 mts
    Descida acumulada – 830 mts

    Após o café da manhã, iniciaremos a subida final ao passo. Depois de aproximadamente uma hora e meia de caminhada, chegaremos ao seu ponto mais alto, a 3.200 metros de altitude. Dali teremos uma magnífica vista das montanhas ao sul, de onde viemos, e dos amplos vales ao norte, para onde seguiremos.
    Durante a descida, ao olharmos para trás, veremos impressionantes paredões de gelo cobrindo toda a face sul das montanhas, uma paisagem que contrasta fortemente com as extensas estepes por onde caminhamos nos dias anteriores.
    Após o almoço, perderemos cerca de 450 metros de altitude até chegarmos a um belo platô normalmente habitado por famílias nômades da etnia tuvana, povo que vive tanto nesta região da Mongólia quanto no Altai russo. Diferentemente dos cazaques, que são predominantemente muçulmanos, os tuvano praticam uma interessante combinação de budismo tibetano, xamanismo e antigas crenças animistas ligadas à natureza.
    Acamparemos próximo ao rio, a 2.700 metros de altitude.

    9º dia – Primeiras vistas das montanhas do Altai

    Distância caminhada – 10 km
    Subida acumulada – 120 mts
    Descida acumulada – 270 mts

    Após os esforços do dia anterior, teremos hoje uma etapa mais curta e tranquila
    De nosso acampamento seguiremos inicialmente para o norte e depois para oeste, perdendo altitude gradualmente até alcançarmos o vale onde se encontra a entrada norte do Parque Nacional Altai Tavan Bogd.
    Ao longo do caminho cruzaremos diversos riachos e rios de degelo. Dependendo do volume de água, talvez seja necessário retirar as botas para atravessá-los, uma experiência divertida e inesquecível para muitos participantes.
    Será também hoje que teremos nosso primeiro contato visual com as grandes montanhas do Altai. No horizonte começarão a surgir picos nevados cada vez mais imponentes, anunciando a aproximação da região mais espetacular de toda a viagem.
    Acamparemos às margens de um rio, a 2.700 metros de altitude.

    10º dia – Caminhando para o coração das montanhas

    Distância caminhada – 16 km
    Subida acumulada – 720 mts
    Descida acumulada – 45 mts

    Hoje deixaremos o vale principal e iniciaremos a aproximação das maiores montanhas da Mongólia.
    Durante cerca de uma hora e meia subiremos uma encosta relativamente inclinada. Depois disso, a caminhada continuará ganhando altitude de forma mais gradual, permitindo que apreciemos as paisagens cada vez mais grandiosas ao nosso redor.
    Conforme avançamos, novos picos nevados surgirão no horizonte até que, após aproximadamente cinco horas de caminhada, chegaremos ao Campo Base do Malchin e do Khuiten, a 3.100 metros de altitude. O cenário é simplesmente extraordinário. Estamos ao lado da morena lateral do maior glaciar da Mongólia, cercados pelas montanhas mais altas do país e por uma das paisagens alpinas mais impressionantes de toda a Ásia Central.
    Almoço no acampamento e restante da tarde livre para descansar, explorar os arredores ou simplesmente contemplar as montanhas que dominam o horizonte.

    11º dia – Entre três países e um oceano de montanhas

    Distância caminhada – 13 km
    Subida acumulada – 1000 mts
    Descida acumulada – 1000 mts

    Hoje teremos a oportunidade de escalar o Malchin, uma bela montanha de 4.050 metros de altitude que se ergue diretamente diante de nosso acampamento.
    A subida é realizada por uma trilha de terra e pedras, por vezes escorregadia, até alcançarmos um colo a aproximadamente 3.900 metros de altitude. Dependendo das condições da temporada e da quantidade de neve acumulada durante o inverno, os últimos 200 metros poderão ser percorridos sobre neve até o cume.
    A recompensa pelo esforço é uma das vistas mais impressionantes de toda a Mongólia. Do alto do Malchin será possível observar os territórios de três países. Ao sul, a China, com seus vastos planaltos áridos; a leste, a Mongólia, com suas intermináveis cadeias de montanhas de média altitude; e ao norte, a Sibéria, onde uma sucessão aparentemente infinita de montanhas nevadas se estende até o horizonte.
    A subida deverá levar cerca de sete horas e a descida aproximadamente três horas e meia. Será um dia longo e exigente, mas plenamente recompensado pela grandiosidade das paisagens e pela satisfação de alcançar um dos mais belos mirantes de toda a cordilheira do Altai.
    Retorno ao Campo Base para pernoite.

    12º dia – A bênção das montanhas sagrada

    Distância caminhada – 14 km
    Subida acumulada – 150 mts
    Descida acumulada – 510 mts

    Cumpridos nossos objetivos, iniciaremos hoje a caminhada de retorno deixando para trás os glaciares e as grandes montanhas do Altai.
    Seguiremos por uma rota diferente daquela utilizada na aproximação, o que nos permitirá apreciar novas paisagens até chegarmos à entrada do Parque Nacional Altai Tavan Bogd. Próximo à entrada do parque encontraremos o mais importante oovo da região, um monumento de pedras em formato cônico adornado por bandeiras de oração budistas.
    Deste lugar privilegiado teremos uma última vista das cinco montanhas sagradas da Mongólia: Khuiten, Nairamdal, Bürged, Malchin e Ölgii. Seguindo a tradição local, caminharemos três vezes ao redor do oovo em sentido horário, agradecendo pela oportunidade de conhecer uma das regiões mais remotas e preservadas do planeta e de realizar uma caminhada inesquecível pelas montanhas do Altai.
    Ao final da caminhada encontraremos nossos veículos e seguiremos por aproximadamente duas horas através das estepes do oeste mongol até nosso local de pernoite.
    Acampamento.

    13º dia – Das estepes do Altai à cidade dos cazaques

    Após o café da manhã, continuaremos nossa viagem por terra em direção a Ulgii. Serão aproximadamente quatro a cinco horas percorrendo algumas das paisagens mais remotas da Mongólia, passando por vales, montanhas e pelos vastos campos onde famílias nômades mantêm seu modo de vida tradicional.
    Na chegada a Ölgii, acomodação em gers tradicionais para duas pessoas.
    Restante do dia livre para conhecer a principal cidade do oeste da Mongólia e o centro cultural da população cazaque do país. Poderemos visitar o interessante mercado central, onde diferentes povos da Ásia Central se encontram, além do museu local, que ajuda a compreender a história e a cultura desta fascinante região de fronteira.
    Pernoite em Ölgii em gers típicos

    14º dia – Um último olhar sobre o Altai

    Em horário apropriado, traslado ao aeroporto para embarque em voo com destino a Ulaanbaatar.
    Poucos voos no mundo oferecem uma despedida tão bonita quanto esta. Dependendo das condições meteorológicas, teremos uma última oportunidade de contemplar do alto as montanhas do Altai, os vales percorridos durante nosso trekking e a imensidão das estepes mongóis se estendendo até o horizonte.
    Na chegada à capital, traslado ao hotel e restante do dia livre. Será uma boa oportunidade para revisitar alguns dos lugares que conhecemos no início da viagem, fazer as últimas compras ou simplesmente desfrutar dos confortos da cidade após dias vivendo entre montanhas, lagos e acampamentos.
    Pernoite em Ulaanbaatar.

    15º dia – Levando a Mongólia na bagagem

    Em horário apropriado, traslado ao aeroporto para embarque em voo internacional.
    Chega ao fim nossa jornada por um dos países mais fascinantes e menos explorados do planeta. Ao longo dos últimos dias caminhamos por montanhas remotas, cruzamos passos, dormimos às margens de lagos cristalinos, convivemos com famílias nômades e conhecemos culturas que preservam tradições ancestrais há séculos.
    Mas, mais do que as paisagens extraordinárias, levaremos conosco a sensação de liberdade proporcionada pelos imensos espaços abertos da Mongólia, a hospitalidade de seu povo e a lembrança de um lugar onde a natureza ainda dita o ritmo da vida.
    Talvez seja justamente isso que torna a Mongólia tão especial: a rara oportunidade de experimentar um mundo que, em muitos aspectos, continua semelhante àquele de centenas de anos atrás.
    Fim de nossos serviços. Boa viagem e até a próxima aventura!

     

    PRÉ EXTENSÃO A BEIJING (antes da ida para a Mongólia)

    ITINERÁRIO RESUMIDO

    Dia 1 - Chegada a Beijng e traslado ao hotel Beijing Sun World (http://www.sunworlddynastyhotelbeijing.com/)
    Dia 2 - Visita a Cidade Proibida, Templo do Paraíso e o Mercado de Seda
    Dia 3 - Visita a Muralha da China Jinshanling, uma parte da muralha mais afastada e com muito menos turistas

     

    ITINERÁRIO DETALHADO

    Antes de seguirmos para as vastas estepes da Mongólia, teremos a oportunidade de conhecer alguns dos monumentos mais emblemáticos da China. Durante três dias exploraremos a história imperial de Pequim, visitaremos templos centenários e caminharemos por um dos mais belos trechos da Grande Muralha, em uma experiência que complementa perfeitamente nossa jornada pela Ásia Central.

    Dia 1 – Entre o passado imperial e a China moderna

    Chegada a Beijing e traslado ao hotel.
    Dependendo do horário de chegada, tempo livre para descansar da viagem ou dar os primeiros passeios pela capital chinesa, uma das cidades mais importantes da história da humanidade e que foi sede do poder imperial por mais de cinco séculos.
    Pernoite em hotel em quartos duplos com café da manhã.

    Dia 2 – Nos domínios do Filho do Céu

    Após o café da manhã, visitaremos a impressionante Cidade Proibida, durante quase quinhentos anos residência oficial dos imperadores das dinastias Ming e Qing. Com mais de 900 edifícios distribuídos em um complexo monumental cercado por muralhas e fossos, a Cidade Proibida foi durante séculos inacessível à população comum, sendo o centro político e simbólico do Império Chinês.
    Seguiremos para o magnífico Templo do Paraíso, considerado uma das obras-primas da arquitetura chinesa. Era neste local que os imperadores realizavam cerimônias para agradecer pelas colheitas e pedir prosperidade ao império. Seu edifício mais famoso, o Salão das Preces pelas Boas Colheitas, tornou-se um dos símbolos mais reconhecidos de toda a China.
    À tarde visitaremos o tradicional Mercado da Seda, excelente oportunidade para observar o cotidiano local, fazer compras e conhecer um pouco mais da vibrante vida urbana de Beijing.
    Pernoite em hotel em quartos duplos com café da manhã.

    Dia 3 – A muralha além das multidões

    Hoje visitaremos a lendária Grande Muralha da China, uma das mais extraordinárias obras de engenharia já realizadas pelo ser humano.
    Ao contrário da maioria dos visitantes, que se concentra nos trechos mais próximos da capital, seguiremos até Jinshanling, uma seção da muralha localizada a aproximadamente duas horas de Beijing. Por estar mais distante, este trecho recebe um número muito menor de visitantes, permitindo uma experiência muito mais agradável e autêntica.
    Considerada por muitos especialistas e fotógrafos como a parte mais bonita da Grande Muralha, Jinshanling combina torres de observação bem preservadas, trechos restaurados e setores ainda em seu estado original, criando uma paisagem espetacular que serpenteia pelas montanhas até onde a vista alcança.
    Teremos tempo para caminhar pela muralha, apreciar suas vistas extraordinárias e compreender a dimensão desta construção monumental, que ao longo dos séculos protegeu as fronteiras do império contra invasões vindas das estepes da Ásia Central.
    Retorno a Beijing e preparação para o voo do dia seguinte rumo à Mongólia.
    Pernoite em hotel em quartos duplos com café da manhã.